quarta-feira, 29 de maio de 2013

Mês das festas juninas começa com tudo e a Paróquia Beato José de Anchieta já adianta sua programação


Festa continua até o último fim de semana de junho
Em junho começam as tradicionais festas juninas na cidade. Na Paróquia Beato José de Anchieta, a grandiosa festa que acontece todos os anos começa exatamente no dia 1º, o primeiro sábado do mês. A festa tem início às 17h e às 19h30 Mariel Novais e Banda Jump Night abrem a noite em preparação à Coroação do Rei e Rainha do Beato, que acontece às 21h30. Já no domingo dia 2, a festa já começa com a quadrilha da turma da catequese às 17h e a Banda DNA7 embalando a noite a partir das 19h30.

Com barracas americana (lanches de hambúrguer e batata frita), alemã (com chopp, salsichão e doces típicos), portuguesa (bolinho de bacalhau), chinesa (pastel de carne e queijo), italiana (nhoque e macarrão), árabe (kibe, esfiha aberta) e também a típica brasileira, com lanche de calabresa e pernil, milho verde e derivados do milho, a festa continua em todos os outros fins de semana de junho.

No dia 8, às 19h tem quadrilha da Terceira Idade e às 19h30 Eber Peres Banda e Trio Elétrico. No dia 9, é o Dia do Padroeiro Beato José de Anchieta e a programação é especial. A barraca italiana e o bar funcionarão a partir das 11 horas. O bolo do padroeiro será vendido a R$ 1,00 o pedaço. Às 17h tem dança country com a catequese e às 19h30 atração musical com E2A.

No terceiro fim de semana, a festa é estendida para a sexta-feira, dia 14, que vai contar com um super bingo às 19h30. A primeira cartela cheia vale R$ 1.000,00 e a segunda cheia, uma TV. Além disso, cafeteira elétrica, panela elétrica, liquidificador, batedeira, kit churrasco, celular e muito mais farão parte dos brindes. No dia 15, a música ao vivo começa às 19h30 com Fine e Ricardo, tocando pop music e sertanejo universitário. No domingo, dia 16, às 17h tem teatro com os alunos da APAE e música às 19h30 com Vânia Vilella Musical.

O último fim de semana, no dia 22, traz a atração musical  Grupo do Samba Detalhes às 19h30 e quadrilha dos jovens às 21h. E no domingo, dia 23, pra fechar com chave de ouro, as barracas começarão a funcionar às 12h e às 17h vai ter dança com alunos da ACESA e às 19h30 tem Rinaldo Bossa Trio.

Além de toda essa programação, atrações e barracas, as crianças terão seu espaço de pesca e toda a família pode visitar, sendo bem recebidos com a alegria contagiante do pessoal da Paróquia.

Vá prestigiar e divirta-se! A Paróquia fica na Rua Luiz Bissoto, número 765 no Bom Retiro.


* Matéria escrita para o jornal Folha de Valinhos - edição 2333 -  17/05/2013
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sábado, 25 de maio de 2013

Conhecendo um pouco o trabalho de inclusão da APAE


Sei que como jornalista não posso "fazer parte" da matéria, mas neste caso é impossível! 


No dia 21 de março, foi celebrado pela oitava vez, o Dia Mundial da Síndrome de Down. Com o objetivo de aumentar a conscientização sobre essa alteração genética, mostrar o seu significado para as pessoas com Síndrome de Down e o papel fundamental que eles exercem nas vidas de seus entes próximos e na comunidade, a Folha de Valinhos esteve na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, APAE, onde conversou com  educadores sobre a inserção social dos alunos.

Há 12 anos atuando como professor na APAE, Rodrigo explica que os alunos recebem um plano de desenvolvimento individual. "Buscamos trabalhar os pontos positivos deles, exaltar as habilidades. Eles precisam usar o que é de direito deles, terem caminhos alternativos, por isso a parte social e psicológica é sempre trabalhada", comenta.

O trabalho com os alunos é desenvolvido através de expressão corporal, culinária, artesanato, artes plásticas, hidroginástica e até musculação. O teatro é uma das atividades preferidas dos assistidos, assim como a música. "Todas as ações partem deles, quando se sentem prontos para trabalhar vão para o mercado de trabalho, vão para escolas do município, e se não se sentem a vontade, voltam. A APAE presta toda a assistência necessária a eles, inclusive até a velhice, onde eles frequentam as atividades durante uma parte do dia", diz o professor.

E chamá-los de diferentes é uma ignorância. Quem afirma isto é a diretora pedagógica da APAE, Ana Glória. "Os chamados excepcionais tem apenas um cromossomo a mais que os difere, mas apenas exteriormente, porque dentro deles, os sentimentos, pensamentos e agir são iguais a todos nós. Eles são alunos, que como tantos outros, levam broncas e até paqueram".

Para a professora Renata Aparecida dos Santos,  é necessário trabalhar cada dia de uma forma, é preciso paciência e também um treinamento especial, mas a recompensa de todo o esforço é dada em dobro, através do carinho recebido, do comprometimento deles, da educação e também da sinceridade. "O carinho dado como resposta é a melhor parte do trabalho, é gratificante!", diz Renata.

A APAE de Valinhos fica na Rua Fioravante Agnello, 1669. Informações: 3303-4500.


* Matéria escrita para o jornal Folha de Valinhos - edição 2326 - 30/03/2013

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domingo, 12 de maio de 2013

Feliz Dia das Mães ...

Marta, Clorinda, Angélica, Irma, Isabel e Maria Clara 
Uma é piadista, a outra moderna, outra é rígida, uma é louca para ter netos, outra falante e a outra mais quieta, mas todas tem uma coisa em comum: são mães. De corações gigantes, de paz interior e sorriso no rosto, Irma, Angélica, Clorinda, Maria Clara, Isabel e Marta, fazem parte do Clube de Mães e são exemplos de que para ser parte deste “clube”, é preciso ter dom.

Segundo elas, nos dias de hoje os filhos não tem pressa para casar, nem querem ter filhos tão cedo. Hoje em dia a mulher é independente, trabalha e não precisa do homem. Antes as pessoas ficavam com as outras porque gostavam, porque queriam ter uma vida juntos.

Isso refletiu na educação dos dias de hoje, que fatalmente não é mais a mesma, mas isso não é problema nenhum para Marta Standen, de 58 anos. “Tenho dois filhos e uma neta, ela nasceu na era da tecnologia e para me comunicar com ela eu preciso acompanhar. Não vivo do passado, pois se atualizar é fundamental” e para Irma Deluca, de 69 anos, que tem dois filhos e nenhum neto, também não há problema, “antigamente era mais rígida a educação, mas até hoje meus filhos trabalham, nunca me desapontaram, são maravilhosos, só falta um netinho”. Dona Angélica de 75 anos tem três filhos e quatro netos, dona Maria Clara Della Bella, tem 69, também três filhos e três netos e elas acham que reprender os filhos é fundamental, “hoje não acham comum das uns tapinhas, mas na minha época tinha que dar para aprender, é o correto”, explica Maria Clara, “só uma palmadinha que é para aprender a não fazer mais, não faz mal a ninguém”, confessa Dona Angélica.

Elas falam com orgulho dos filhos, e não trocariam nada em suas vidas. E quando perguntadas sobre qual a definição de ser mãe, a resposta foi variada até que entraram em um consenso: ser mãe é ter responsabilidade, pensar na educação, é ter preparação e dedicação total aos filhos e posteriormente aos netos. Ser mãe é gratificante, é uma graça divina.

“Uma das coisas mais emocionantes para uma mãe é ver o filho se formando. A gente se empenha durante anos para dar o melhor para eles e é bom quando temos um retorno de tudo isso”, conta dona Clorinda Juliato, de 69 anos e que tem três filhos e três netos.

Cativantes e sem vergonha alguma, as senhoras do Clube de Mães são um poço de risadas. “Se um dia alguém estiver triste e quiser vir aqui pro Clube conversar com a gente, pode vir porque é risada garantida!”, convida dona Isabel Herman, de 87 anos, que é a mais velha do grupo e tem dois filhos, um já falecido, cinco netos e a única a ter bisnetos.


Para se inspirar...

Minha mãe! Não tem nem como descrevê-la. Mãe de quatro filhos, avó de três crianças maravilhosas, dona do lar, dona da minha vida. Quando preciso ela me encobre, cuida de mim, faz carinho, briga também, cuida das minhas roupas, do meu almoço, da minha janta, da limpeza da casa, cuida das contas, cuida do meu pai, dos netos, enche o saco quando quer aprender mexer em alguma coisa do Facebook.
Gostaria de agradecê-la por ter cuidado de mim, ter me dado educação, amor, saúde, atenção e por ser essa mãe maravilhosa que é. Não posso esquecer também pela paciência conosco aqui de casa, com os netos, noras, genro e com o senhor Valter Cintra, que é uma peça bem difícil de lhe dar.
Aproveitar pra dizer que quando você ficar velhinha gagá, com os cabelos ~mais~ brancos, caduca e ranzinza estaremos aqui pra cuidar de ti e te mimar, assim como fez com a gente.
Você merece todo o amor deste mundo e mais um pouco, e a uso como exemplo pois você, junto com o pai, foi que me fizeram chegar onde estou hoje. Que me fizeram uma pessoa melhor! Amo você!







Minha madrinha, cuidava de mim quando necessário, sempre esteve presente e quando digo sempre, é sempre mesmo! Criou dois filhos, hoje tem um neto, é desbocada, transborda alegria e sinceridade, é de se orgulhar! Sempre me deu os melhores presentes, sempre soube como me agradar. Hoje que já não sou mais uma criança, o contato é menor mas o amor é imensamente maior, inclusive, não lembro muitos fatos de quando eu era criança, mas os retratos ilustram muito bem a nossa relação no decorrer destes 18 anos!








Dona Clélia, tem 61 anos, é mãe de cinco filhos e é um dos exemplos que faço questão de citar. Mãe e avó, trabalhadora, falante e super acolhedora. Sempre morou em São Paulo, mas há pouco mais de um ano foi afastada do trabalho e veio morar em Valinhos e mesmo assim não parou de trabalhar. Sempre atuando na área da saúde, hoje ela cuida de idosos em um lar de velhinhos no Vale verde e diz que "o trabalho com os idosos é relaxante". Ela coloca música para eles dançarem, conversa com eles, coloca-os para pintar e por ai vai... 
Dona Clélia é uma mãe que cuida de tantas outras mães, e por isso uso o exemplo dela. 






As mamães jovens e que passaram por minha vida de uma forma ou outra, merecem um espaço aqui também! Merecem, pois são sinônimo de superação!



Gecopri e Ricardo!

Tamira e Gustavo!
Letícia e Alice!
Giselle e Brunninho!














Marcella e Lucca!

















Feliz Dia das Mães a todas as mães que passam por aqui, a todas as mães de quem lê o Blog!


* Matéria escrita para o jornal Folha de Valinhos - edição 2332 - 11/05/2013
* Matéria alterada para postagem online
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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Bailarina fala sobre paixão no Dia Internacional da Dança


"É algo inexplicável. É ela que eu respiro, que é meu sustento e minha alegria",


Uma das expressões artísticas mais antigas do mundo teve sua data oficial comemorada na última segunda-feira, dia 29 de abril. A dança é nada mais do que a arte de mexer o corpo através de movimentos e ritmos, que criam entre si uma harmonia própria.

Todos podem dançar, há os que dançam até sem música, os que dançam por hobby e os que têm na dança uma verdadeira paixão de viver. É o caso de Ana Flávia Andrade, de 19 anos, que há mais de 10 anos pratica o ballet clássico e o jazz.

Com uma família com gosto pela dança, Flávia foi encantada pelas apresentações e levada para uma aula com sua irmã, e desde então, não parou mais. Como grande parte dos jovens dançarinos de Valinhos, ela começou no Centro Cultural Vicente Musselli e hoje dá aulas para crianças no Carrossel Objetivo Jr. e nas noites dos fins de semana trabalha com eventos e performances pela agência "O Clã" de Campinas. 

Flávia conta que ao contrário do que muitos pensam é possível sim viver da dança hoje em dia, embora no Brasil ela não seja tão valorizada, "é só ter determinação, estudar bastante e saber onde procurar os trabalhos", completa.

Mas ela não pretende viver disso apenas. Paralela a dança, Flávia faz faculdade de Moda na ESAMC em Campinas e sonha em terminar  o curso  e encontrar um emprego na área. E para os que querem dançar, ela dá a dica; "O estudo da dança é tudo, não adianta apenas gostar, você tem que ser bom no que faz! Estude bastante e se jogue!".

* Matéria escrita para o jornal Folha de Valinhos - edição 2331 - 04/05/2013 
 
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quarta-feira, 1 de maio de 2013

Romântico, Juninho Godoy conquista público aos 28 anos



Com diversas músicas de sua autoria, Juninho Godoy de 28 anos, toca guitarra e violão há 12 anos e já tem até mesmo um CD gravado. Juninho já foi vendedor e chegou a começar a faculdade de Contabilidade, mas após três meses decidiu parar e ir atrás da música. E a escolha foi certa, junto com uma banda, o cantor já abriu até shows do grupo Biquíni Cavadão, conhecido especialmente pela música “Dani”.
A paixão pela música levou o cantor há montar um estúdio de gravação e há oito anos, ele e o irmão, Tom Godoy, fazem jingles, arranjos e gravam para cantores da região. O primeiro CD de Juninho foi gravado e produzido em seu estúdio, por ele mesmo, um produto independente, que conta com 11 faixas de músicas românticas.
Sempre colocando a mulher em um pedestal, como nos tempos antigos, o cantor tem músicas apaixonadas e que demonstram isso. E a inspiração do rapaz não é fraca não, Roberto Carlos, Fábio Junior e John Mayer compõem o estilo do cantor. “Minha música é uma mescla dos três, gosto da sensibilidade do Roberto e do Fábio e do timbre do John”.
Juninho tocou na Festa do Figo deste ano, no dia 26 de janeiro e ficou surpreso com a reação do público, que era de uma faixa etária diferente da que está acostumado. “Eram pessoas de 12 a 16 anos, não pensei que fosse atingir esta idade, fiquei encantado com a resposta que obtive, se sentir valorizado é sempre bom”, diz.
Com planos de gravar um DVD no próximo semestre, Juninho dá a dica para os que querem seguir na área da música: “É bom ter persistência neste meio, portas abrem e fecham toda hora”.

Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre o cantor, o site é www.juninhogodoy.com.br.

* Matéria escrita para o jornal Folha de Valinhos - edição 2326 - 30/03/2013
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