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sábado, 25 de maio de 2013

Conhecendo um pouco o trabalho de inclusão da APAE


Sei que como jornalista não posso "fazer parte" da matéria, mas neste caso é impossível! 


No dia 21 de março, foi celebrado pela oitava vez, o Dia Mundial da Síndrome de Down. Com o objetivo de aumentar a conscientização sobre essa alteração genética, mostrar o seu significado para as pessoas com Síndrome de Down e o papel fundamental que eles exercem nas vidas de seus entes próximos e na comunidade, a Folha de Valinhos esteve na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, APAE, onde conversou com  educadores sobre a inserção social dos alunos.

Há 12 anos atuando como professor na APAE, Rodrigo explica que os alunos recebem um plano de desenvolvimento individual. "Buscamos trabalhar os pontos positivos deles, exaltar as habilidades. Eles precisam usar o que é de direito deles, terem caminhos alternativos, por isso a parte social e psicológica é sempre trabalhada", comenta.

O trabalho com os alunos é desenvolvido através de expressão corporal, culinária, artesanato, artes plásticas, hidroginástica e até musculação. O teatro é uma das atividades preferidas dos assistidos, assim como a música. "Todas as ações partem deles, quando se sentem prontos para trabalhar vão para o mercado de trabalho, vão para escolas do município, e se não se sentem a vontade, voltam. A APAE presta toda a assistência necessária a eles, inclusive até a velhice, onde eles frequentam as atividades durante uma parte do dia", diz o professor.

E chamá-los de diferentes é uma ignorância. Quem afirma isto é a diretora pedagógica da APAE, Ana Glória. "Os chamados excepcionais tem apenas um cromossomo a mais que os difere, mas apenas exteriormente, porque dentro deles, os sentimentos, pensamentos e agir são iguais a todos nós. Eles são alunos, que como tantos outros, levam broncas e até paqueram".

Para a professora Renata Aparecida dos Santos,  é necessário trabalhar cada dia de uma forma, é preciso paciência e também um treinamento especial, mas a recompensa de todo o esforço é dada em dobro, através do carinho recebido, do comprometimento deles, da educação e também da sinceridade. "O carinho dado como resposta é a melhor parte do trabalho, é gratificante!", diz Renata.

A APAE de Valinhos fica na Rua Fioravante Agnello, 1669. Informações: 3303-4500.


* Matéria escrita para o jornal Folha de Valinhos - edição 2326 - 30/03/2013

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Bailarina fala sobre paixão no Dia Internacional da Dança


"É algo inexplicável. É ela que eu respiro, que é meu sustento e minha alegria",


Uma das expressões artísticas mais antigas do mundo teve sua data oficial comemorada na última segunda-feira, dia 29 de abril. A dança é nada mais do que a arte de mexer o corpo através de movimentos e ritmos, que criam entre si uma harmonia própria.

Todos podem dançar, há os que dançam até sem música, os que dançam por hobby e os que têm na dança uma verdadeira paixão de viver. É o caso de Ana Flávia Andrade, de 19 anos, que há mais de 10 anos pratica o ballet clássico e o jazz.

Com uma família com gosto pela dança, Flávia foi encantada pelas apresentações e levada para uma aula com sua irmã, e desde então, não parou mais. Como grande parte dos jovens dançarinos de Valinhos, ela começou no Centro Cultural Vicente Musselli e hoje dá aulas para crianças no Carrossel Objetivo Jr. e nas noites dos fins de semana trabalha com eventos e performances pela agência "O Clã" de Campinas. 

Flávia conta que ao contrário do que muitos pensam é possível sim viver da dança hoje em dia, embora no Brasil ela não seja tão valorizada, "é só ter determinação, estudar bastante e saber onde procurar os trabalhos", completa.

Mas ela não pretende viver disso apenas. Paralela a dança, Flávia faz faculdade de Moda na ESAMC em Campinas e sonha em terminar  o curso  e encontrar um emprego na área. E para os que querem dançar, ela dá a dica; "O estudo da dança é tudo, não adianta apenas gostar, você tem que ser bom no que faz! Estude bastante e se jogue!".

* Matéria escrita para o jornal Folha de Valinhos - edição 2331 - 04/05/2013 
 
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