Mostrando postagens com marcador jovem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jovem. Mostrar todas as postagens

domingo, 11 de maio de 2014

Três mães, três histórias e três filhos...

Não importa a idade, a crença ou a cor, não importa se é de sangue ou de criação, o que muda é só o  endereço e o sobrenome. Mãe é mãe. E por isso, neste Dia das Mães, comemorado neste dia 11, a Folha de Valinhos traz as histórias de três jovens, que tiveram de abdicar de momentos da adolescência para se dedicar aos cuidados com os filhos e se adequar às responsabilidades de crescer de um dia para o outro.

As vidas de nossas três personagens estão ligadas. Antes de compartilharem histórias de fraldas, choros e brinquedos, elas dividiam cadernos e lápis na Escola Estadual Alves Aranha, onde estudaram juntas da 5ª a 8ª série.

Tamira, 20 anos, e o filho Gustavo, 4 anos
A primeira a ter filho foi Tamira Guedes, atualmente com 20 anos. Antes protagonista de sua própria história, agora Gustavo Guedes de 4 anos, é o personagem principal da vida dela. A jovem descobriu que estava grávida aos 15 anos, quando tinha acabado de entrar no Ensino Médio. “Eu já desconfiava, então resolvi fazer o exame de sangue, que foi a confirmação. Inicialmente me vi perdida, fiquei com muito medo e fui muito criticada, porém isso nunca afetou a minha decisão de ter o Gu”, explica.

Na época, Tamira abandonou a escola e perdeu oportunidades de emprego, mas isso não foi e nem é um problema, o Gustavo chegou para somar e mudou sua vida para melhor. “Antes eu era menina, virei mulher. Precoce sim, mas não me arrependo, ele é meu maior tesouro e não vejo minha vida sem ele, é minha razão, meu amor maior, meu melhor amigo, meu bebê”, conta.

A primeira palavra de Gustavo foi “mamãe”, mas o momento mais marcante dessa história de amor foi o nascimento do pequeno. “Quando ele chegou foi que realmente caiu minha ficha”, lembra ela, que ainda diz que “o primeiro dia de aula, os primeiros passos e a primeira ‘namorada’, também ficarão para sempre na memória”.

Juliana, 20 anos, e o filho Victor Hugo, 4 anos
A segunda a ser mãe, foi Juliana Paulino. Aos 15 anos, ela descobriu estar grávida de Victor Hugo. Agora aos 20, o garotinho de 4 anos se tornou um anjo em sua vida. Ele veio para preencher o espaço que o pai da jovem havia deixado. “Me desesperei e chorei muito no início da gravidez, pois além de ser muito nova, meu pai estava em fase terminal de um câncer e veio a falecer um dia antes do nascimento do meu filho”, lembra.

Juliana passou a ter novas responsabilidades e deixou de pensar só nela. “Eu nunca imaginei que fosse capaz de ter sentimentos tão fortes, mas passei a pensar apenas naquele bebezinho que precisava 100% de mim. Sendo mãe do Victor Hugo fiquei mais feliz e tive a dor da perda do meu pai amenizada. Meu filho me ensinou o verdadeiro significado da palavra amor”.

Ela conta que muitas pessoas foram indelicadas e maldosas quando ela revelou a gravidez. “Me falavam coisas que me magoavam, porém, a grande maioria me ajudou, inclusive, tive o apoio de muitas pessoas e ganhei o enxoval inteiro e não precisei comprar fraldas durante o primeiro ano do Victor, pois ganhei muitas”, conta ela.

Sobre o novo rumo que sua vida tomou, ela explica que teve que deixar de ir à escola, mas fez as lições e as provas em casa e passou de ano normalmente. “Conclui o Ensino Médio, fiz um curso técnico e entrei em uma faculdade, o Victor não me atrapalhou em nada com relação aos estudos e minha mãe me ajudou e ainda me ajuda muito”, completa.

A primeira palavra que Victor disse foi mamãe e o momento mais marcante foi quando ele deu os seus primeiros passinhos. “Quando ele veio com aquele sorriso imenso no rosto andando em minha direção, foi inesquecível”, lembra Juliana.

Quando perguntada como seria a vida sem Victor, Juliana diz que não imagina. “Hoje, tudo se resume ao Victor. Minha vida não tem sentido algum se ele não estiver nela. Tudo é feito pensando nele e para ele”, completa.

“Nunca pude imaginar que sentiria o calor, a alegria, o amor e a satisfação de ser mãe! Só tenho a agradecer a Deus por agora eu ser uma mulher tão frágil e tão forte ao mesmo tempo e por Ele me permitir ser a responsável pela vida do Victor”, completa.

Gecopri, 20 anos, e o filho Ricardo, 1 ano
A terceira a se tornar mãe, foi Gecopri Fagotto Graça, ela teve Ricardo Struciatti aos 18 anos. Agora com 20, ela para pra pensar nas consequências de ser mãe cedo. “O Ricardo iluminou minha vida, deu sentido a ela e é impossível me imaginar sem ele. Costumo dizer que ele é meu rei, pois penso mil vezes antes de fazer qualquer coisa. Acordo todos os dias mais motivada para batalhar por um futuro digno para ele e tudo gira em torno das suas necessidades”, diz.

Mas, assim como as outras, nem tudo foram flores. Quando Gecopri descobriu que estava grávida, muitos a criticaram e a questionaram. “Falavam, ‘mas você é muito nova’, ‘não vai poder fazer uma faculdade’, ‘vai perder sua juventude, sua liberdade’”, mas nada disso fez com que ela se sentisse mal em carregar no seu ventre um neném.

Hoje, com um ano e três meses, Ricardo é o orgulho da mamãe. “Quando ele nasceu, veio junto um amor incondicional, surgiu uma nova mulher. Depois disso, quando ele deu seus primeiros passos e qualquer outra coisa que ele faça, me encanta”, completa.

* Matéria escrita para o jornal Folha de Valinhos - edição 2084 - 10/05/2014

Read More




domingo, 12 de maio de 2013

Feliz Dia das Mães ...

Marta, Clorinda, Angélica, Irma, Isabel e Maria Clara 
Uma é piadista, a outra moderna, outra é rígida, uma é louca para ter netos, outra falante e a outra mais quieta, mas todas tem uma coisa em comum: são mães. De corações gigantes, de paz interior e sorriso no rosto, Irma, Angélica, Clorinda, Maria Clara, Isabel e Marta, fazem parte do Clube de Mães e são exemplos de que para ser parte deste “clube”, é preciso ter dom.

Segundo elas, nos dias de hoje os filhos não tem pressa para casar, nem querem ter filhos tão cedo. Hoje em dia a mulher é independente, trabalha e não precisa do homem. Antes as pessoas ficavam com as outras porque gostavam, porque queriam ter uma vida juntos.

Isso refletiu na educação dos dias de hoje, que fatalmente não é mais a mesma, mas isso não é problema nenhum para Marta Standen, de 58 anos. “Tenho dois filhos e uma neta, ela nasceu na era da tecnologia e para me comunicar com ela eu preciso acompanhar. Não vivo do passado, pois se atualizar é fundamental” e para Irma Deluca, de 69 anos, que tem dois filhos e nenhum neto, também não há problema, “antigamente era mais rígida a educação, mas até hoje meus filhos trabalham, nunca me desapontaram, são maravilhosos, só falta um netinho”. Dona Angélica de 75 anos tem três filhos e quatro netos, dona Maria Clara Della Bella, tem 69, também três filhos e três netos e elas acham que reprender os filhos é fundamental, “hoje não acham comum das uns tapinhas, mas na minha época tinha que dar para aprender, é o correto”, explica Maria Clara, “só uma palmadinha que é para aprender a não fazer mais, não faz mal a ninguém”, confessa Dona Angélica.

Elas falam com orgulho dos filhos, e não trocariam nada em suas vidas. E quando perguntadas sobre qual a definição de ser mãe, a resposta foi variada até que entraram em um consenso: ser mãe é ter responsabilidade, pensar na educação, é ter preparação e dedicação total aos filhos e posteriormente aos netos. Ser mãe é gratificante, é uma graça divina.

“Uma das coisas mais emocionantes para uma mãe é ver o filho se formando. A gente se empenha durante anos para dar o melhor para eles e é bom quando temos um retorno de tudo isso”, conta dona Clorinda Juliato, de 69 anos e que tem três filhos e três netos.

Cativantes e sem vergonha alguma, as senhoras do Clube de Mães são um poço de risadas. “Se um dia alguém estiver triste e quiser vir aqui pro Clube conversar com a gente, pode vir porque é risada garantida!”, convida dona Isabel Herman, de 87 anos, que é a mais velha do grupo e tem dois filhos, um já falecido, cinco netos e a única a ter bisnetos.


Para se inspirar...

Minha mãe! Não tem nem como descrevê-la. Mãe de quatro filhos, avó de três crianças maravilhosas, dona do lar, dona da minha vida. Quando preciso ela me encobre, cuida de mim, faz carinho, briga também, cuida das minhas roupas, do meu almoço, da minha janta, da limpeza da casa, cuida das contas, cuida do meu pai, dos netos, enche o saco quando quer aprender mexer em alguma coisa do Facebook.
Gostaria de agradecê-la por ter cuidado de mim, ter me dado educação, amor, saúde, atenção e por ser essa mãe maravilhosa que é. Não posso esquecer também pela paciência conosco aqui de casa, com os netos, noras, genro e com o senhor Valter Cintra, que é uma peça bem difícil de lhe dar.
Aproveitar pra dizer que quando você ficar velhinha gagá, com os cabelos ~mais~ brancos, caduca e ranzinza estaremos aqui pra cuidar de ti e te mimar, assim como fez com a gente.
Você merece todo o amor deste mundo e mais um pouco, e a uso como exemplo pois você, junto com o pai, foi que me fizeram chegar onde estou hoje. Que me fizeram uma pessoa melhor! Amo você!







Minha madrinha, cuidava de mim quando necessário, sempre esteve presente e quando digo sempre, é sempre mesmo! Criou dois filhos, hoje tem um neto, é desbocada, transborda alegria e sinceridade, é de se orgulhar! Sempre me deu os melhores presentes, sempre soube como me agradar. Hoje que já não sou mais uma criança, o contato é menor mas o amor é imensamente maior, inclusive, não lembro muitos fatos de quando eu era criança, mas os retratos ilustram muito bem a nossa relação no decorrer destes 18 anos!








Dona Clélia, tem 61 anos, é mãe de cinco filhos e é um dos exemplos que faço questão de citar. Mãe e avó, trabalhadora, falante e super acolhedora. Sempre morou em São Paulo, mas há pouco mais de um ano foi afastada do trabalho e veio morar em Valinhos e mesmo assim não parou de trabalhar. Sempre atuando na área da saúde, hoje ela cuida de idosos em um lar de velhinhos no Vale verde e diz que "o trabalho com os idosos é relaxante". Ela coloca música para eles dançarem, conversa com eles, coloca-os para pintar e por ai vai... 
Dona Clélia é uma mãe que cuida de tantas outras mães, e por isso uso o exemplo dela. 






As mamães jovens e que passaram por minha vida de uma forma ou outra, merecem um espaço aqui também! Merecem, pois são sinônimo de superação!



Gecopri e Ricardo!

Tamira e Gustavo!
Letícia e Alice!
Giselle e Brunninho!














Marcella e Lucca!

















Feliz Dia das Mães a todas as mães que passam por aqui, a todas as mães de quem lê o Blog!


* Matéria escrita para o jornal Folha de Valinhos - edição 2332 - 11/05/2013
* Matéria alterada para postagem online
Read More




Return to top of page
Powered By Blogger | Design by Genesis Awesome | Blogger Template by Lord HTML